Depois de algum tempo distante, voltamos um dia após aquele que é considerada uma data fofa e romântica. Para o dia dos namorados, recebemos um belo presente do auditório do ibirapuera, que foi o show de Sharon Jones e a banda Dap-Kings. O show começou com certo atraso, porém a moça fez por merecer cada minuto com uma presença de palco que há tempos não via.
Zé, desce uma gelada que a semana começou.
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13/06/2011
13/04/2010
Mafaro? Alegria?

Há duas semanas atrás, tive a oportunidade de ganhar de presente, ingressos para assistir ao novo show de André Abujamra, chamado de Mafaro (que significa alegria).
Eu, que já gostava de seus trabalho com Karnak, achei o conceito do showfilme fora de padrão. Um show que durou cerca de 1h que mais parece um Frankenstein, já que em uma hora você ouve músicas tribais, russa, africana. Além da ironia conhecida do figura Abjumra, o show teve participações digitais de Zec Baleiro, Evandro Mesquita, Luiz Caldas, Xis, Curumim, Marisa Orth e a banda que acompanha são os integrantes do Funk Como Le Gusta.
08/02/2010
Será? O VTNZ vai abaixo
26/01/2010
Esquenta!
Sábado começa oficialmente o ano com os shows grande, sendo que eu não levo a sério o projeto do rock in rio da bahia chamado de "Festival de verão". Metallica toca por aqui no sábado e domingo próximo (30 e 31).
Zé, e lá vamos nós!
Zé, e lá vamos nós!
17/01/2010
Pink Bong

O Brasil como ele é. Foi o que não parava de passar pela minha cabeça ao assistir ao show do Macaco Bong, com participação do Móveis Coloniais de Acaju, Siba (não achei nenhuma ocorrência dele na web) e Vitor Araujo. O primeiro com um rock instrumental sofisticado, o segundo com um quarteto de metais imponentes, o terceiro com tudo que a cultura afro nos trouxe e o quarto com o melhor do piano clássico. O showzaço aconteceu no Auditório do Ibirapuera. Agora a ideia é assistir a cada uma dessas bandas separadamente! Que venha mais uma semana!
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17/12/2009
Cama e Mesa
O show do Roberto Carlos é daquelas coisas que a gente "tem que fazer". Ele sempre foi um ícone e em ano de comemoração de 50 anos de carreira, o título ganhou ainda mais peso. Nenhum jornalista tem coragem de falar mal dele. E isso só é possível quando se vira ícone!
Na terça-feira o show no Ginásio do Ibirapuera foi o fechamento desse ano. O coral feminino enlouquecido, a sedução dele no palco e as participações especiais fizeram com que todo mundo se sentisse um pouco apaixonado - por ele!
Confesso que na quarta-feira, quando acordei, estava com saudades do Rei. Abaixo um vídeo de uma antiga música, Cama e Mesa, no especial da Globo de 84.
Não perca, dia 25, depois de se entupir de panetone, RC!
http://www.youtube.com/watch?v=XI2yfcxD95o
16/12/2009
AC/DC em Buenos Aires




Por Gui Queiroz
Tive o prazer de receber em minha casa em Buenos Aires a Fernanda e o Rodrigo, dois terços desse blog que acompanho desde o seu nascimento. E tivemos a sorte de que justo nas datas que eles estivessem por aqui, o ACDC também estaria. Bom, consegui comprar na primeira hora de venda os nossos ingressos para o primeiro do que foram os 3 shows lotados que fizeram.
Depois de uma longa espera, mais exatamente no dia 02 de dezembro, lá fomos nós para o Estádio do River Plate, o famoso Monumental de Nuñez, acompanhar o que seria um show único. Tudo foi maravilhoso e impecável, desde a nossa chegada com uma entrada organizada e ordenada até o solo final de Angus Young. Foi uma experiência única e aproveitar com o público argentino, que pula, grita e canta o show inteiro, foi demais!
E agora gostaria de ver a opinião do Ro, que sim é bem fanático deles e cantou e pulou do começo ao fim...
Ai está o setlist do show:
Rock N' Roll Train
Hell Ain't a Bad Place to Be
Back in Black
Big Jack
Dirty Deeds Done Dirt Cheap
Shot Down in Flames
Thunderstruck
Black Ice
The Jack
Hells Bells
Shoot to Thrill
War Machine
Dog Eat Dog
You Shook Me All Night Long
T.N.T.
Whole Lotta Rosie
Let There Be Rock
Encore:
Highway to Hell
For Those About to Rock (We Salute You)
24/08/2009
Serge Gainsbourg II
Dias 3 e 4/9, tem Jane Birkin e Caetano Veloso no Sesc Pinheiros. Mestre-de-cerimônias: Orquestra Imperial, o coletivo carioca que reúne um monte de gente boa (Moreno Veloso, Thalma de Freitas, Nina Becker, Wilson das Neves...). Motivo: Serge Gainsbourg. Início da venda de ingressos: 4ª (26/8). Preço: R$ 40. Imperdível. Do blog do xote
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03/08/2009
A Disneyland dos músicos
Sexta-feira fomos mais uma vez ao Auditório do Ibirapuera. Eu adoro! A música é boa, o preço acessível e o estacionamento de graça. Pacote completo! E na sexta-feira, durante o show do pianista Michel Freidenson, constatei um fato que eu já vinha observando há algum tempo - para os músicos, tocar lá é como estar em um parque de diversões, esteja vazio, esteja cheio, a cada música que passa eles elogiam a casa, o público, a acústica. Diante de tanta alegria, pensei - realmente é uma bela casa, mas é uma pena que no nosso país esse tipo de incentivo à cultura seja raro, e cause tanto espanto! Um viva aos músicas desse Brasil-brasileiro!
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29/07/2009
L'argent
O segundo semestre já começou e daqui a pouco, quando o sol voltar a brilhar por essas bandas, vai começar a enxurrada de shows gringos. De todos que ouvi falar o que eu mais quero ir é o Beirut, banda norte-americana. Do tal do cenário alternativo é a que eu mais gosto. Acho que eles investem em pesquisa na hora de fazer suas músicas, misturam instrumentos e musicalidades e o resultado é ótimo. Se você não identificou, ouve essa música - passou em Capitu no ano passado, aqui na telinha da Globo. Quando souber mais informações, posto aqui
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23/07/2009
Essa é de graça
Zé também é integração cultural. Apresento para vocês o site Catraca Livre - ideal para o final do mês! Tudo que está por aqui, é de graça, só pegar o metrô e aparecer. Esse final de semana tem Ana Cañas e hoje um documentário sobre o Nirvana na galeria Olido.
26/02/2009
Paulinho de Olinda
Trama em segredo teus planos. parte sem dizer adeus... Começando com “Coração Leviano”, Paulinho ressoou de graça em Olinda como parte das festividades do carnaval da cidade. Antes dele, Demônios da Garoa no mesmo palco aqueceram a platéia. Tudo grátis. A maior surpresa no carnaval pernambucano foi ter encontrado alternativas a Alceu Valença e Cia. Paulinho da Viola foi uma ótima surpresa em um show tranqüilo na noite tão mal falada de Olinda. Crianças, idosos e gente de todo tipo andavam pela praça onde estava um dos pólos do carnaval (eram vários espalhados pelas duas cidades). Ou seja, tinha festa grátis para todos os gostos e perfis. Dos tradicionais frevo e maracatu até os alternativos manguebeat e rock no festival Recbeat (do qual volto a falar logo mais) - o caráter multicultural é até a principal bandeira da propaganda do evento. Tá certo que, nem se eu recebesse eu gostaria de estar no meio da muvuca no Galo da Madrugada (também vai ter post específico), mas o carnaval pernambucano foi, surpreendentemente, uma festa democrática e popular. Pena que a chuva castigou a galera descoberta.
Enquanto isso, na sala de justiça

Ié. Começando pelo fim. Carnaval em Recife e Olinda, ou boa parte dele, já que voltei no domingo. Mas, calma, gente, o carnaval por lá começou bem antes. A primeira experiência momística em Recife foi assim bem espalhafatosa mesmo. Fui à prévia de carnaval do bloco “Enquanto isso na Sala de Justiça”. A idéia era ser um bloco de fantasias de super-heróis, mas de uns tempos para cá a coisa degringolou e virou uma festa a fantasia comum. Quer dizer, de comum, não tinha muita coisa. Era um lugar imenso, tipo Expo Barra Funda. R$ 50tão para entrar. E algumas das fantasias mais inusitadas que eu já vi na vida. Tinha gente de todo tipo. Dos básicos, policial, enfermeira e jogador de futebol, até os mais ousados, como janela do MSN (com o rosto no lugar da foto), Darth Vader e Jedis, Coringas de Heath Ledger a rodo, cogumelo do Mario Bros, Gorpo do He-Man e, claro, muitos super-heróis. Vez por outra, tinha um super-homem cortando os céus em uma espécie de mosh (ver acima). Não tinha como não se divertir na festa. Mesmo eu, que, estava numa entressafra de porres e sem beber, curti pra caramba. A festa foi muito bem embalada pelos sons de Instituto (com Benegão, Talma de Freitas e Cia.) fazendo Tim Maia Racional e o previsível, mas não menos divertido, Jorge Ben, com todos os hits que tinha direito e até um encerramento com Jorge da Capadócia, que eu não ouvia há muito tempo em versão original. Sim, tudo isso foi no sábado anterior ao Carnaval. Mais vem por aí.
22/04/2008
Show contracultural
Sou daqueles caras que não gostam de ler sinopses de filmes antes de assisti-los ou de ver orelhas de livros antes de lê-los. Infelizmente, isso é raríssimo de acontecer com shows. Ou você não se sujeita a assistir a algo que nunca ouviu ou vai porque gosta mesmo. Mas isso rolou no show de The Young Gods, sexta, no Sesc Pompéia. O show faz parte do projeto VIDA LOUCA, VIDA INTENSA - UMA VIAGEM PELA CONTRACULTURA. A banda suíça é um dos ícones musicais da manifestação. Apesar de o show ter sido acústico, eles mandaram o recado, em um bom som com momentos de blues, rock, pop e ambientação psicodélica.
17/04/2008
Cosa deles
Houve um tempo em que o discurso opressivo e intimidador dos Racionais MC’s fazia mais sentido. Talvez ainda o faça para o povo da periferia. É impossível eu julgar do ponto-de-vista deles. Mas ontem, em um festival da Banda Black Rio em homenagem ao Tim Maia, o discurso de Mano Brown e Cia. soava ultraconservador e descabido. Dizer que excepcionalmente estavam “da ponte pra lá” (foi no HSBC Brasil), pra playboyzada não se acostumar, dizer que éramos como ladrões e responsáveis pela condição daquele bando – fazendo uma referência ao confisco do ouro pelos portugueses – não tinha nada a ver em uma festa ao grande Tim Maia. Fora aquele clima de “nóis é gangsta, nóis é máfia, vacilou nóis mata e cosa nostra (com direito até a cantarem a música com o verso)”. Ao contrário da agressividade gratuita dos Racionais, a própria Black Rio mandou muito bem (em som e postura) e soltou em off momentos de realeza e maestria de Tim ao tocar no mesmo tema de defesa da negritude, mas de forma mais profunda e irônica: “O Senado precisa ter pretos!” A afirmação te faz pensar, ao invés de simplesmente coagir. Musicalmente, o show dos Racionais é ótimo. “Um homem na estrada” obviamente caiu como uma luva. Nesse sentido, é uma pena saber que é muito pouco provável que eu volte a vê-los alguma vez na minha vida. E, se o discurso for o mesmo, nem vou fazer questão.
16/04/2008
O Rei das coroas
Quem é Rei nunca perde a majestade. Pode dar uma maltratada na coroa (no sentido literal da palavra), mas continuará sempre no alto do seu trono. É claro que as coroas que o perseguem, ele continua tratando muito bem. Roberto Carlos ao vivo foi uma daquelas experiências que se tem de fazer uma fez na vida, tipo ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro (ou “ler um livro”, conforme frase ouvida por amigo no ônibus outro dia). É um espetáculo kitsch do qual não dá para fugir das tais “tantas emoções”. Até determinado ponto, porque quando descamba pra baixinha, pra velhinha e etc. não tem mais porquê. Surpresas boas – sim, ocorreram surpresas – foram não ser um show totalmente especial da Globo, mas com uma boa seleção de músicas das primeira fase do Rei, e um bom pot-pourri das músicas do RC sobre carros.31/03/2008
Ney
Algumas coisas sobre o show do Ney Matogrosso que revelam um pouco do que ele é:
- Começa com ele em um divã, sobre o qual faz contorcionismos sexuais durante todo o espetáculo e onde estão acessórios de roupas
- O CD novo, vendido no Citibank Hall, esgotou antes do show começar.
- A primeira e outras duas músicas são de seu grande amor: Cazuza. Sem que isto seja uma virtude, há que se deixar claro.
- O figurino é impressionante. Ele se troca o tempo todo no meio do palco, demonstrando seu exibicionismo, a necessidade de chocar e rememorando os ótimos tempos do Secos e Molhados. (ver foto)
- O show oscila entre uma ótima pegada MPB, outra boa pegada rock, mas um desnecessário pop estilo Los Hermanos.
- Não esquece o que lhe fazem nos bares, na lama, nos lares, na cama (boa estrofe da música Mal Necessário)
- A iluminação que permeia todo o show varia nas cores do arco-íris, com alguns bons detalhes cenográficos ao fundo. Sem excessos que contrastem com sua figura já superexposta.
- Há um totem sem justificativa aparente no canto do palco. Ainda que se espere que algo ocorra ali durante o show, nada acontece.
- Quando desfila pela platéia é reverenciado e respeitado. Apenas as velhinhas não se controlam e agarram-no.
Aliás, acho que este é o ponto mais interessante. Como um ser bizarro como aquele (embora suas qualidades musicais seja indiscutíveis) consegue encantar as personalidades mais conservadoras, como as velhinhas que os beijavam no show de sexta ou minha avó? É um daqueles mistérios da música sem muitas explicações, como estrelas de filmes eróticos virarem cantoras infantis, o tecnobrega ou o Metallica tocando Garbage.
- Começa com ele em um divã, sobre o qual faz contorcionismos sexuais durante todo o espetáculo e onde estão acessórios de roupas
- O CD novo, vendido no Citibank Hall, esgotou antes do show começar.
- A primeira e outras duas músicas são de seu grande amor: Cazuza. Sem que isto seja uma virtude, há que se deixar claro.
- O figurino é impressionante. Ele se troca o tempo todo no meio do palco, demonstrando seu exibicionismo, a necessidade de chocar e rememorando os ótimos tempos do Secos e Molhados. (ver foto)
- O show oscila entre uma ótima pegada MPB, outra boa pegada rock, mas um desnecessário pop estilo Los Hermanos.
- Não esquece o que lhe fazem nos bares, na lama, nos lares, na cama (boa estrofe da música Mal Necessário)
- A iluminação que permeia todo o show varia nas cores do arco-íris, com alguns bons detalhes cenográficos ao fundo. Sem excessos que contrastem com sua figura já superexposta.
- Há um totem sem justificativa aparente no canto do palco. Ainda que se espere que algo ocorra ali durante o show, nada acontece.
- Quando desfila pela platéia é reverenciado e respeitado. Apenas as velhinhas não se controlam e agarram-no.
Aliás, acho que este é o ponto mais interessante. Como um ser bizarro como aquele (embora suas qualidades musicais seja indiscutíveis) consegue encantar as personalidades mais conservadoras, como as velhinhas que os beijavam no show de sexta ou minha avó? É um daqueles mistérios da música sem muitas explicações, como estrelas de filmes eróticos virarem cantoras infantis, o tecnobrega ou o Metallica tocando Garbage.
26/03/2008
Fortemente recomendado
21/03/2008
Tem mais essa


Dois trabalhos cinematográficos entrarão em cartaz logo mais, um sobre a vida de Bob Dylan e outro sobre um show dos Rolling Stones. Já vi o trailler do filme do Scorcese (Rolling Stone) e amei - tem tudo para ser excelente, daqueles que você quer ter o DVD. Já o "Não estou lá" sobre Bob Dylan parece ter uma proposta bem diferenciada, com diferentes grandes atores interpretando o clássico do rock. Fica a dica! Boa Páscoa aos francos leitores desse blog!
Isso é uma vergonha
A sincronicidade existe mesmo. A semana toda fiquei pensando e confabulando sobre os altos preços dos ingressos dos show em São Paulo e no Brasil. Não era assim... Ir ao show era só um pouco mais caro que ir ao cinema, hoje em dia... Enfim, a capa do Cadeno 2 de hoje é "Chuva de Cifrões" e conta como estão alto os preços dos ingressos. Ele ainda fazem um comparativo - o show do U2 em 98 tinha ingresso de R$ 30 e hoje tivemos o Bob Dylan por R$ 250, no mínimo... Crise... E o pior - não há um sinal de melhora. A não ser que os patrocinadores decidam, realmente, subsidiar os ingressos... Boa música, sempre. Ingresso caro, NÃO!
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