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03/03/2010

Colômbia

O país da vez foi a Colômbia. O que mais me chamou a atenção por lá foi a educação do povo e a vontade de não ser mais lembrado como povo do crime organizando e da cocaína. Eles são um povo com belas paisagens, melhor esmeralda do mundo e um café delicioso. Isso sim!
Ouvi de muitos bogotanos o mesmo pedido – Se puder contar aos seus amigos que somos hospitaleiros, seria muito amável.
Pedido aceito. Aqui vai.

Bogotá é uma cidade com ótimos restaurantes, construções no estilo espanhol e um centro muito charmoso. O Museo do Ouro é imperdível, conta toda a história da extração do mineral e a sua forte ligação com o povo indígena. Destaque para a Barca das Oferendas. Segundo conta a lenda em lagos como o Guatavita, o cacique-rei embarcava nu coberto de ouro e pó num barco junto com seus sacerdotes. No meio da lagoa promovia uma dança ritual e ao mesmo tempo ia jogando jóias de ouro e esmeralda que os mais finos artesãos tinham demorado o ano todo para elaborar: "Da terra tiramos, da terra transformamos e à terra devolvemos como oferenda".
Tão simples e tão lindo.

17/01/2010

Do outro lado do mundo.

olá, minha gente. depois de um longo inverno longe deste blog volto a escrever diretamente do Japão (onde, por sinal, o inverno está congelando). Primeiro post daqui, como não podia deixar de ser, é sobre boteco. Bom, tudo aqui é diferente. Por causa do frio e pelo alto custo dos imóveis em Tóquio, tem muito bar que fica em subsolo ou em andares de prédios. Isso intimida muito você a entrar. Ainda mais um estrangeiro, que não vai saber se alguém fala inglês no lugar. Sedento pela primeira cerveja em alguns dias, entrei em um que avisava na porta que tinha Guiness. Aí foi o susto. O boteco mais chinfrim daqui tem, além da cerveja irlandesa que custa 800 yenes (mais de 8 dólares), tem praticamente todo tipo de bebida do mundo. O cara do meu lado pediu um bom e velho submarino (chope com steinhager) e o cara com ele pediu uma marguerita. O equipamento de som e a TV do boteco eram caríssimos. O barman atendeu meu pedido em inglês, mas quando eu perguntei quanto era o aluguel, ele disse que não estava entendendo... Lá ele tinha um dicionário inglês-japonês, que dizia que Brasil aqui é Burajiru! Tudo aqui é muito caro. Em Toquio, só vivem estrangeiros (que são muito poucos aqui) e altos executivos. Um cara me disse que paga num apto de 150 metros quadrados US$ 20 mil por mês. A conta de luz, dele e da esposa (que trabalham fora o dia todo), são outros US$ 500. Bom, voltando ao boteco... Não poderia faltar a ele a característica básica de um bar, tão presente no nosso querido Zé Ladrão: os quadrinhos de piada. Segue a daqui.

Hiding from wife

$ 1 - nop note here
$ 2 - I just missed him
$ 3 - Just had 1 drink and left
$ 4 - Hasn' t been in all day
$ 5 - Never heard of him

Logo tem mais. Zé, tem sake aí?

15/01/2010

Pablo Neruda


Quem vai ao Chile sempre ouve falar de Pablo Neruda, mas poucos optam por gastar seu tempo e conhecer suas casas. Se você está na dúvida nem pense - Vá. Ele tem uma casa em Santiago, uma em Valparaíso e a mais maravilhosa que fica em Isla Negra (mais ou menos 1 hora de Santiago). Os passeios pelas casas são uma delícia. Os guias contam as histórias do poeta, que como todo artista, é bastante excêntrico. Essa foto de baixo tem uma história ótima. Ele comprou esse barco, mas nunca o colocou no mar. Ele dizia que era um marinheiro de terra firme e era nesse barco que ele chamava os amigos para tomar drinks e bater-papo.


18/12/2009

Il Ballo del Mattone

foto por Anninha

Uma das melhores coisas de viajar é ter amigos que moram nas cidades que a gente vai conhecer. E foi isso que aconteceu com a gente nessa temporada latina. Tínhamos indicações na Argentina e no Chile. Dicas de quem mora mesmo na cidade, o restaurante mais escondido, a balada mais local, além da onde fazer melhor câmbio, comprar vinhos etc.

E uma dessas dicas foi Il Ballo del Mattone. Fomos para lá em um dia que nem café tínhamos tomado, e logo encaramos uma garrafa de vinho, ou melhor, várias. Lá é a versão restaurante do MILO (balada-lenda de SP). As paredes completamente cheias de grafites, recortes de jornais e revistas bacanas. O cardápio é uma lousa verde com os pratos do dia, no máximo 5 opções. Super descolado, como diriam os mais antigos. E ainda foi a chance que tivemos de fazer uma homenagem para a nossa amiga Juliana Mattoni que escreve no http://www.pimentanatela.blogspot.com/.

Para pegar o endereço certinho vá até o site que é o acessório essencial de todos os portenhos que gostam de comer bem http://www.guiaoleo.com.ar/

16/12/2009

AC/DC em Buenos Aires






Por Gui Queiroz

Tive o prazer de receber em minha casa em Buenos Aires a Fernanda e o Rodrigo, dois terços desse blog que acompanho desde o seu nascimento. E tivemos a sorte de que justo nas datas que eles estivessem por aqui, o ACDC também estaria. Bom, consegui comprar na primeira hora de venda os nossos ingressos para o primeiro do que foram os 3 shows lotados que fizeram.

Depois de uma longa espera, mais exatamente no dia 02 de dezembro, lá fomos nós para o Estádio do River Plate, o famoso Monumental de Nuñez, acompanhar o que seria um show único. Tudo foi maravilhoso e impecável, desde a nossa chegada com uma entrada organizada e ordenada até o solo final de Angus Young. Foi uma experiência única e aproveitar com o público argentino, que pula, grita e canta o show inteiro, foi demais!

E agora gostaria de ver a opinião do Ro, que sim é bem fanático deles e cantou e pulou do começo ao fim...

Ai está o setlist do show:
Rock N' Roll Train
Hell Ain't a Bad Place to Be
Back in Black
Big Jack
Dirty Deeds Done Dirt Cheap
Shot Down in Flames
Thunderstruck
Black Ice
The Jack
Hells Bells
Shoot to Thrill
War Machine
Dog Eat Dog
You Shook Me All Night Long
T.N.T.
Whole Lotta Rosie
Let There Be Rock

Encore:
Highway to Hell

For Those About to Rock (We Salute You)

08/12/2009

Albergue nada espanhol


Se você não é muito chegado em desconforto e sempre prefere ter um pouco mais de dinheiro para viajar do que ficar em albergue, presta atenção na dica: quartos privativos nos mesmos albergues.

Essa foi a primeira vez que experimentei a modalidade, até então era roots mesmo e cheguei a dividir quartos mistos com 8 pessoas. Até que na última viagem, na Itália, percebi que não sou mais target desses albergues, isso porque não consegui fazer amizade com ninguém – me acharam muito “madura”. Rs…

Enfim, os quartos privativos são uma ótima pedida para quem gosta de conforto, no caso eu e o marido-rô (com banheiro, tv a cabo e ar condicionado), mas também quer fazer amizades-minuto, tomar vinho com a galera, pegar dicas da cidade, além de ótimos preços! E o site para achar esses albergues é www.hostelworld.com. É bem bacana, vai lá!

29/07/2009

Vidas colombianas

A nossa querida amiga Sabrina Duran está em viagem pela Colômbia, de onde está tocando o blog 30 vidas, para a Trip. De Bogotá, ela vai relatar em 30 dias as graciosidades da vida de gente comum - uma de suas grandes especialidades como jornalista e escritora. De brinde, ainda teremos algumas de suas ótimas fotos artísticas. O link, aqui.

22/07/2009

Mais Minas Gerais

Por Luiza

Ouro Preto é uma viagem no tempo. Ao entrar nas inúmeras e exuberantes igrejas cobertas de ouro, nos cafés, museus e casas de arquitetura muito antiga, a gente tem a sensação de estar no século passado. à primeira vista parece mesmo uma cidade de cenário de novela. O mais gostoso é saber que tudo aquilo é real, verdadeiro como a casa que guarda a carta em que uma gentil princesa manda capturar Tiradentes, enforca-lo e pendurar sua cabeça em praça pública, o lugar que virou um marco e hoje é o centro da cidade, onde tudo – e nada – acontece de forma deliciosa. Os artesanatos delicados de pedra sabão, as lojas de jóias, o povo que anda sem pressa, de uma gentileza que quase não se usa mais. Estudantes, muitos estudantes em dezenas de repúblicas, que falam alto e brincam pelas ruas, até que as vozes jovens contrastam com os sinos que chamam para a missa, e tudo isso estranhamente combina tão bem naquela cidade. Nos porões de casas que são hoje museus, descobrem-se antigas senzalas úmidas, geladas, que aprisionavam os escravos, com equipamentos de tortura ainda expostos, fazendo a gente se sentir muito próximo de uma verdade normalmente trancada nos livros.

Ladeiras tão íngremes que fazem quem está subindo até sentir inveja de quem vai descendo. Mas logo passa: cada novo “topo” de rua traz de presente um mirante, a cidade se despedaça em um quebra-cabeça de telhados coloridos sobrepostos, o sol lá longe entre montanhas vai escapando conforme o ângulo que se escolhe vê-lo... e a gente sente uma preguiça danada, achando bem mais gostoso que tudo seja assim mesmo, bagunçado. De baixo, as ruas parecem mais alongadas, uma só reta rumo ao céu; subindo, elas vão se unindo em “U”, feito uma risada que vai surgindo. Ouro Preto é uma cidade que ri. Se cansar? Entre em qualquer esquina e peça frango com quiabo, frango com um tal de “ora pro nobis”, que é bom à beça, tutu à mineira, feijoada, torresmo e, pra terminar, mil e uma qualidades de doce-de-leite. Ah, sem esquecer de antes dar um gole em uma boa pinga da região, o famoso “abridor de apetite”.

12/03/2009

Origem


Nossa amiga Juju e seu "espouso" Paulo e estiveram na Itália e acharam essa lojinha da minha família! Aqui no Brasil quase não há Vio, somos uma pequena e unida família cujas raízes caíram por aqui no final da Segunda Guerra Mundial.

05/03/2009

Turista calhorda

Big John é um personagem típico do Nordeste brasileiro, como o caranguejo, o retirante e a mosca. Nascido em Cremona, região norte da Itália, Big John trabalha o ano todo para tirar suas merecidas férias tropicais. Em fevereiro foi a terceira vez que veio ao Brasil, mas também já frequentou o Caribe. Diferentemente do que se possa prever, Il grande giovani não foi visitar a maravilha dos Lençóis Maranhenses pela beleza local. Na visita às lagoas, depois de uma viagem em um 4X4 safado de uma hora e meia e uma caminhada nas dunas bastante cansativa, BJ entrou na piscina natural com sua sunga e, passados 5 ou 10 minutos, já estava pronto para ir embora. Não era aquilo que mais lhe interessava ali.
Gigante de quase 1,90 e aproximadamente 120 quilos, com muita massa muscular – Big John era o que estava gravado na tatuagem de um dos seus bíceps e, no outro, parecia haver o símbolo de uma gangue ou coisa assim –, ele desfilava com seu sorriso de canto, abaixo daquele bigodinho feito pela metade típico dos mafiosos italianos. Um bom-humor freqüente. Comendo de tudo, rindo, tomando sol, mas aparentemente sempre estava à espera de outra coisa.
O que a aparência indicava foi logo revelado em um almoço no qual, depois de nos cruzar por uns 2 ou 3 passeios, Big John veio sentar-se ao nosso lado, meu e de murillo. Sim, Biggy era um turista sexual por excelência e não estava nem aí para praia, lagoa, belezas geográficas, rios ou qualquer outro passeio convencional.
As belezas naturais que atraíam nosso fratello ao Brasil eram as humanas. Mais precisamente, femininas. “Ma non meninitas, hein”, fazia questão de enfatizar nosso personagem,tentando ser politicamente correto mas sendo moralmente e legalmente condenável. Ao longo do papo, ele nos expôs uma escala Big John das praias que visitara no Brasil. Apreciou muitíssimo Canoa Quebrada, porque, aparentemente, por lá conseguia melhores programas a bons preços, mas não gostou muito da zona de Jericoacoara, que, depois, descobrimos praticamente não haver. Ao menos não aparentemente.
Big John explicou, segundo seus critérios, o porquê de preferir passar férias no Brasil à Cuba. “Em Cuba, as mulheres são muito ‘calientes’, mas a comida não é boa. Uma hora é pollo e na outra porco. Pollo e porco, pollo e porco, por un mês. Aquí no Brasil há carne, pesce e muitas otras comidas buoníssimas. E las mulheres também são buenas.”, disse ele misturando os idiomas, como um viajante experiente.
O turista calhorda explicou também a comum opção que os seus pares têm de fazer ao aqui chegar. Eles optam por uma “namorada”, que os acompanha durante toda a viagem, ou por diversos programas esparsos em cada lugar onde estiver, com a moça que descolar no dia. Big John, sempre escolheu a segunda opção. “A namorada costa molto. Está na praia e... pesce, camaron, cerveja, caipirinha... Depois, massagem. Depois, manicure, pedicure. E, quando chega na hora do vamos ver, ela diz... ‘sabe, eu tenho uma família para sustentar, eu passo necessidades’. É uma mierda. Ela quer mais dinheiro”, disse o intrépido viajante.
E, mais que isso, realmente, vimos ao longo da viagem, prostitutas que literalmente davam chiliques na frente dos seus clientes gringos, além de sugar o máximo que podiam deles. Em pleno restaurante à beira de uma lagoa, uma dela expunha seus sentimentos e até chorava. Acredite. O cliente chegava a se irritar. Um contra-senso. Como bem dizia Tim Maia, “este país não pode dar certo. Aqui prostituta se apaixona, cafetão tem ciúme, traficante se vicia e pobre é de direita.” É, pelo menos o primeiro ícone descobrimos que existe.
Mas isso não acontecia com Big John. Não... Ele caçava sua presa em cada lugar diferente. Descobrindo os sabores e dissabores da "culinária local". Curtindo mais Fortaleza do que Jericoacoara. Mais São Luís a Barreirinhas, porta de entrada para os lençóis, por causa da presença feminina profissional.
Ao longo da viagem, encontramos vários Johns vagando pelo Nordeste. Principalmente em Natal, onde eles e elas parecem promover um encontro mundial da luxúria. Eles voltam divulgando por aí, além de seu bronzeado, a fama de que este país é o paraíso do sexo pago. Infelizmente, não dá para contestar.

26/02/2009

Paulinho de Olinda

Trama em segredo teus planos. parte sem dizer adeus... Começando com “Coração Leviano”, Paulinho ressoou de graça em Olinda como parte das festividades do carnaval da cidade. Antes dele, Demônios da Garoa no mesmo palco aqueceram a platéia. Tudo grátis. A maior surpresa no carnaval pernambucano foi ter encontrado alternativas a Alceu Valença e Cia. Paulinho da Viola foi uma ótima surpresa em um show tranqüilo na noite tão mal falada de Olinda. Crianças, idosos e gente de todo tipo andavam pela praça onde estava um dos pólos do carnaval (eram vários espalhados pelas duas cidades). Ou seja, tinha festa grátis para todos os gostos e perfis. Dos tradicionais frevo e maracatu até os alternativos manguebeat e rock no festival Recbeat (do qual volto a falar logo mais) - o caráter multicultural é até a principal bandeira da propaganda do evento. Tá certo que, nem se eu recebesse eu gostaria de estar no meio da muvuca no Galo da Madrugada (também vai ter post específico), mas o carnaval pernambucano foi, surpreendentemente, uma festa democrática e popular. Pena que a chuva castigou a galera descoberta.

Enquanto isso, na sala de justiça


Ié. Começando pelo fim. Carnaval em Recife e Olinda, ou boa parte dele, já que voltei no domingo. Mas, calma, gente, o carnaval por lá começou bem antes. A primeira experiência momística em Recife foi assim bem espalhafatosa mesmo. Fui à prévia de carnaval do bloco “Enquanto isso na Sala de Justiça”. A idéia era ser um bloco de fantasias de super-heróis, mas de uns tempos para cá a coisa degringolou e virou uma festa a fantasia comum. Quer dizer, de comum, não tinha muita coisa. Era um lugar imenso, tipo Expo Barra Funda. R$ 50tão para entrar. E algumas das fantasias mais inusitadas que eu já vi na vida. Tinha gente de todo tipo. Dos básicos, policial, enfermeira e jogador de futebol, até os mais ousados, como janela do MSN (com o rosto no lugar da foto), Darth Vader e Jedis, Coringas de Heath Ledger a rodo, cogumelo do Mario Bros, Gorpo do He-Man e, claro, muitos super-heróis. Vez por outra, tinha um super-homem cortando os céus em uma espécie de mosh (ver acima). Não tinha como não se divertir na festa. Mesmo eu, que, estava numa entressafra de porres e sem beber, curti pra caramba. A festa foi muito bem embalada pelos sons de Instituto (com Benegão, Talma de Freitas e Cia.) fazendo Tim Maia Racional e o previsível, mas não menos divertido, Jorge Ben, com todos os hits que tinha direito e até um encerramento com Jorge da Capadócia, que eu não ouvia há muito tempo em versão original. Sim, tudo isso foi no sábado anterior ao Carnaval. Mais vem por aí.

19/02/2009

Sobre estar no Nordeste

Oxe! Nenhuma viagem tem tanto cara de férias do que passear pelo Nordeste. Em poucas vezes na vida (talvez apenas no salar de Uyuni e em Fernando de Noronha, que também é NE), vi maravilhas naturais tão belas. O trajeto começou na chamada Rota das Emoções, que compreende os Lençóis Maranhenses, o Delta do Rio Parnaiba, no Piauí, e a Jericoacoara, no Ceará. Mais palavras vão logos mais - ou provavelmente só depois do carnaval - sobre cada lugar. Todos têm seu encanto particular e ajudaram a compor este meu belo bronzeado. Por enquanto, sigo no carnaval no Recife, que já teve direito a shows de Instituto, Jorge Ben, Demônios da Garoa e o grande Paulinho da Viola em Olinda. Sim, ainda é quinta-feira e o carnaval per si nem começou. Voltou logo mais com notícias para vc, vc e todos vocês leitores. Isso se a preguiça me deixar...

12/02/2009

Quem disse que todo Cirque du Soleil é bom?

Para começar a temporada na cidade do entretenimento, Las Vegas, nos metemos em um espetáculo do Cirque du Soleil. E o padrão de qualidade da trupe canadense não foi nada respeitado. O espetáculo foi o Believe que tinha como proposta falar de mágica e ilusionismo com o conhecido de todos – menos de mim – Chris Angel. Ele é o novo David Coperfield segundo a badalação americana.

Mas nunca vi um espetáculo tão ruim... Engodo... O mágico só apareceria e desaparecia, além de aparecerem coelhos e pombas assustadores. A dança era fraca e sem nexo com a apresentação. Como se não bastasse, houve um erro e as cortinas ficaram abaixadas por mais de 15 minutos. Esse também foi outro susto, pois eu achava que o Cirque du Soleil não errava... Assim sendo, muito cuidado ao se aventurar nos Cirque du Soleil. O Youtube é uma ótima maneira de certificar-se da qualidade do espisódio. Mas já adianto – fique longe do Believe

Billy Elliot

Eu e minha companheira de viagem, Ana Maria, fomos convidadas para assistir o espetáculo Billy Elliot na Broadway em Nova York. Eu amei o filme, mas mesmo assim estava resistente ao espetáculo, já que tenho achado os musicais cada vez mais chatos e tendo ficado cada vez mais longe deles.

O espetáculo derrubou a minha teoria de que musical é cafona e boring. Billy Elliot é uma montagem inglesa do filme homônimo e tem a trilha sonora de Elton John – que ainda tem pique para trilhas sonoras, já que ouvi dizer que os show dele no Brasil foram de dar sono. O musical é moderno, tem músicas contemporâneas, passos de jazz, dança contemporânea e balé clássico. E chama atenção pelo talento dos pequenos atores e atrizes. O próprio protagonista não tem 13 anos e arrebenta no palco – dança, sapateia, interpreta e entretem.

Coloco nesse post meu trecho favorito – tanto do filme quando do musical. Se ainda não viu o filme, corra já para a locadora mais próxima ou faça um download mesmo!

A magia da água

Minha alma de nadadora sempre fica fascinada com a presença de água. Adoro cachoeira, praia, barulho de água correndo. Assim, assistir ao espetáculo Le Revè em Las Vegas foi uma inesquecível experiência.

Os artistas era mais do que artistas, eram profissionais do nado sincronizado e profissionais de saltos ornamentais. A arte que eles fazem tendo como meio a água e ar é mais um daqueles fatos que desafiam os limites do corpo.

Dizem que o time do Le Revé é um dissidente do Cirque du Soleil. E cá entre nós bem mais criativo e interessante. Veja o vídeo e tire suas próprias conclusões.

http://br.youtube.com/watch?v=7knRulVGrws