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23/08/2009

Clint Eastwood X Marcos Caruso


A boa do final de semana foi a peça "As Pontes de Madison", com Marcos Caruso e Jussara Freira. Assim como metade das mulheres que já viram o filme, fica difícil comparar o Clint Eastwood com o Marcos Caruso, por motivos óbvios. Mas dispa-se do preconceito e vá ao Renaissance. A peça é linda e eu sou cada vez mais fã do Caruso. Isso sim é ser ator! Veja a carta que ele escreveu ao Merten, crítico do Estado, que também sofria do preconceito

Tentei mas não consegui fazer o comentário no próprio blog, portanto peço perdão por invadir teu e-mail. Pela profunda admiração que tenho pelo teu trabalho apenas escrevo para uma correção: quando vc diz "... Marcos Caruso no papel de Clint Eastwood" não teria talvez querido dizer "Marcos Caruso no papel de Robert Kincaid, papel também interpretado por Clint Eastwood"? Não me refiro ao teu "alimentar o preconceito" mas escrevo para que haja um correto entendimento do meu trabalho na montagem teatral de AS PONTES DE MADISON. Não acredito que vc seja daqueles que acham que um único ator imortaliza um personagem. Se assim fosse, coitados dos Hamlets, Kowalskis e outros Coringas (incluindo o que depois de morto foi premiado, a despeito da elogiada interpretação anterior de Jack Nickolson). Aproveito a tua "vontade danada de rever as Pontes..." para te convidar para o Teatro Renaissance. Grande abraço, Marcos Caruso

17/08/2009

Ladainha

É a mesma história de sempre, com mais uma evidência latente. A ótima peça "A alma boa de Setsuan", vencedora do último prêmio Shell, voltou a SP esta semana com ingressos a R$ 20 (sexta e domingo) e R$ 30 (sábado). No ano passado, ao estrear, custava R$ 60 e R$ 80. Por quê???? São os mesmo patrocinadores. Pq não cobravam menos no ano passado, quando a peça nem fora premiada ainda??? Na sexta, a própria Denise Fraga, protagonista, citou o bom fato de poderem agora se apresentar a preços populares.

15/03/2008

revista e revisitada

Já fui ao cinema duas vezes ver o mesmo filme, mas nunca tinha visto a mesma peça duas vezes. Ontem o fiz e a experiência foi sensacional. A peça foi a Alma Imoral (no link o post da primeira vez que a peça foi assistida). O post continua valendo 100% e a intensidade do texto é tanta que, se tiver a chance, vou ver de novo... Refletir sobre a nossa existência é para poucos e Clarice Niskier faz isso como ninguém. Aproveitando - a peça está em cartaz no teatro da Livraria Cultura do Conjunto Nacional - um passeio por si só!

03/03/2008

Não era pra ser


(versão feminina)

Estava com "preguiça" da peça. Achando que iam ser jargões atrás de jargões, e eu estava certa. A peça que está em cartaz há anos é isso mesmo, mas isso não quer dizer que seja ruim. Muito pelo ao contrário, é muito divertida. E deixa claro que mesmo aquelas que disfarçam por aí que nem ligam para o fato de não terem namorado, ou para o fato de não terem aquela companhia estão mentindo e se conformam com a frase reproduzida pelo marido-rô, "Não era pra ser...". Agora. Por que é que temos tanta obsessão? Ou será somente que não sabemos disfarçar? Ainda tô pra ver uma peça como essa, versão masculina. Bem, seria no máximo um video clipe, porque não conseguiriam fazer durar mais de 1 hora... Esses homens...