06/11/2007
Tenso...
Em épocas de Zé Padilha resolvi assistir seu filme anterior, o documentário Ônibus 174. Resultado? Uma noite mal dormida e uma angústia no peito.
Bela noite de segunda
By Jussy Zanoli
de BH
Para quem não tinha grandes expectativas como eu, o show do Steve Vai foi demais. Eu não conhecia a casa em que ele tocou e confesso que me senti muito, muito bem no meio dos meninos cabeludos, vestidos de preto, que não paravam de agitar as mãos e bater cabeça. Steve Vai entrou no palco na hora marcada e tocou durante duas horas e quarenta minutos.
Fez, literalmente, a guitarra falar e ainda fez pose de cantor: “I´m gonna sing the next song and there´s nothing you can do about it.”
Durante o show, fez piadinhas, tirou a roupa e até dançou imitando o James Brown: “I´m sorry, I won´t do that again”. É, quando você é toca como o Vai você tem liberdade artística pra fazer algumas coisas sem passar – tanto – por ridículo.
Só não entendo qual é a das pessoas que pagam R$70 pelo ingresso e ficam andando de um lado para o outro durante todo o show. E também não entendo o porquê da cerveja custar R$5.
Mas tudo vale, principalmente quando se ouve “For the love of God” às duas da manhã de uma segunda. Já valeu a semana!
de BH
Para quem não tinha grandes expectativas como eu, o show do Steve Vai foi demais. Eu não conhecia a casa em que ele tocou e confesso que me senti muito, muito bem no meio dos meninos cabeludos, vestidos de preto, que não paravam de agitar as mãos e bater cabeça. Steve Vai entrou no palco na hora marcada e tocou durante duas horas e quarenta minutos.
Fez, literalmente, a guitarra falar e ainda fez pose de cantor: “I´m gonna sing the next song and there´s nothing you can do about it.”
Durante o show, fez piadinhas, tirou a roupa e até dançou imitando o James Brown: “I´m sorry, I won´t do that again”. É, quando você é toca como o Vai você tem liberdade artística pra fazer algumas coisas sem passar – tanto – por ridículo.
Só não entendo qual é a das pessoas que pagam R$70 pelo ingresso e ficam andando de um lado para o outro durante todo o show. E também não entendo o porquê da cerveja custar R$5.
Mas tudo vale, principalmente quando se ouve “For the love of God” às duas da manhã de uma segunda. Já valeu a semana!
05/11/2007
Into the wild.
Por Paula Vio, cunhada dos maridos e irmã da esposa Sean Pean mostrou mais uma vez que não é apenas como ator que consegue demonstrar seu grande talento. Com a repescagem da mostra de cinema, tive a chance de assistir o filme que ganhou como melhor longa de ficção indicado pelo público: Into the Wild. Acredito que não há critico mais chato do que todas as pessoas que vão ao cinema e pensam que, ou de fato entendem de cinema; com isso fui com certas expectativas assistir ao filme.
Não sabia, para falar a verdade não tinha a mínima idéia, qual era a história do longa, por isso vou deixar em aberto a narrativa em si, pois acho que é uma ótima sensação entrar no cinema, sentar na poltrona e descobrir aos poucos o que é que você está fazendo sentado olhando para a grande tela , bom, dessa vez eu tive sorte.
Fazia tempo que um filme não me fazia pensar por tanto tempo, Into the Wild fez com que eu mais três amigos passarmos o resto da noite de sábado discutindo e refletindo sobre cada momento do filme, cada ação que a personagem tomava, e cada efeito cinematográfico que o (grande) diretor escolhia.
Não conseguia tirar o pensamento de frustração da minha cabeça durante o filme inteiro, ainda não sei o que vai ser do meu futuro, não sei nem que carreira eu vou seguir e aonde vou estar ano que vem, acho que foi por isso que o filme me comoveu tanto. A frustração não conseguia me deixar por eu sentir que toda aquela energia jovem, de fugir da realidade e buscar conforto na solidão não passava de mais uma história impossível de filmes, mas por fim, todo aquele sentimento angustiante me remeteu em admiração e realidade.
Movido pelo desejo de entender o sentido da felicidade Chris Mccandless sai em uma jornada rumo Alaska, abrindo mão de tudo aquilo que os pais o fizeram conquistar até então. Nunca senti que meu lugar é na cidade, busco na geografia uma chance de dar uma volta pelo mundo e buscar o meu sentido da felicidade, sonho infantil não? Sou apenas uma pré-universitária esvaziando aquelas angustias de não-tenho-a-menor-idéia-de-como-vai-ser-meu-futuro.
Quanto à estética do filme sou suspeita, a trilha sonora é regida por ninguém menos do que Eddie Vedder, a voz grunge dos anos 90 mostra mais uma vez que sabe fazer bonito quando o assunto emocionar. A fotografia também é muito bonita, mesclando cenários desde Califórnia, Golfo do México até o deslumbrante Alaska.
Eu fortemente recomendo e espero que cada um tire suas próprias conclusões sobre o filme. Acho que, como muita coisa na vida, o longa inspirado na biografia do jovem Chris Mccandless (escrita por Jon Krakauer) vai fazer com que cada um se identifique com pelo menos um ou vários momentos do filme.
Não sabia, para falar a verdade não tinha a mínima idéia, qual era a história do longa, por isso vou deixar em aberto a narrativa em si, pois acho que é uma ótima sensação entrar no cinema, sentar na poltrona e descobrir aos poucos o que é que você está fazendo sentado olhando para a grande tela , bom, dessa vez eu tive sorte.
Fazia tempo que um filme não me fazia pensar por tanto tempo, Into the Wild fez com que eu mais três amigos passarmos o resto da noite de sábado discutindo e refletindo sobre cada momento do filme, cada ação que a personagem tomava, e cada efeito cinematográfico que o (grande) diretor escolhia.
Não conseguia tirar o pensamento de frustração da minha cabeça durante o filme inteiro, ainda não sei o que vai ser do meu futuro, não sei nem que carreira eu vou seguir e aonde vou estar ano que vem, acho que foi por isso que o filme me comoveu tanto. A frustração não conseguia me deixar por eu sentir que toda aquela energia jovem, de fugir da realidade e buscar conforto na solidão não passava de mais uma história impossível de filmes, mas por fim, todo aquele sentimento angustiante me remeteu em admiração e realidade.
Movido pelo desejo de entender o sentido da felicidade Chris Mccandless sai em uma jornada rumo Alaska, abrindo mão de tudo aquilo que os pais o fizeram conquistar até então. Nunca senti que meu lugar é na cidade, busco na geografia uma chance de dar uma volta pelo mundo e buscar o meu sentido da felicidade, sonho infantil não? Sou apenas uma pré-universitária esvaziando aquelas angustias de não-tenho-a-menor-idéia-de-como-vai-ser-meu-futuro.
Quanto à estética do filme sou suspeita, a trilha sonora é regida por ninguém menos do que Eddie Vedder, a voz grunge dos anos 90 mostra mais uma vez que sabe fazer bonito quando o assunto emocionar. A fotografia também é muito bonita, mesclando cenários desde Califórnia, Golfo do México até o deslumbrante Alaska.
Eu fortemente recomendo e espero que cada um tire suas próprias conclusões sobre o filme. Acho que, como muita coisa na vida, o longa inspirado na biografia do jovem Chris Mccandless (escrita por Jon Krakauer) vai fazer com que cada um se identifique com pelo menos um ou vários momentos do filme.
04/11/2007
A nossa infância
Aldeota é uma pequena aldeia. A pequena aldeia da nossa infância, nosso mundo particular, onde tudo faz sentido, mesmo que sem sentido. Onde vamos ao centro da Terra, saímos da borda, vimos o céu azul com cor de céu azul, puro. Tenho muitas saudades da minha infância, lembranças lindas, no meio de bonecas, segredos, cartinhas - tudo bem de menina. Tenho saudades das descobertas, da época que eu não sabia nem o que a palavra esquizofrenia significava. A peça mexeu comigo, pode ser clichê, pode ser o dito pelo não dito. Mas tem lembranças, tem sentimentos, tem reflexão. É tudo que eu mais quero nessa vida. Viver. Venha mais uma semana, estou pronta.
03/11/2007
Mais um motivo

Não gosto dos Estados Unidos. Odeio o Bush, acho ridícula a afirmação que já ouvi de alguns americano como - para que sair do país se já temos tudo por aqui? E tenho birra daqueles gordos que se entopem de fast food. Pois bem, meio atrasada, assisti o Supersize Me. E adorei! Momentos nojentos como a operação de estômago e o cara vomitando. Mas o filme é chocante. Impressionante ver como um simple Happy Meal pode acabar com a sua saúde. Como assessora de imprensa que sou tive de ver o lado da empresa e de maneira geral, o filme não ficou ruim para ela. O problema da obesidade americana está muito relacionado a educação e conscientização. As pessoas comem trash food porque querem, do mesmo modo que fumam, bebem, se drogam. Acredito no vício, mas não são as empresas as únicas responsáveis. Saldo geral do filme - Mc Donald's only once a month...
C'est belle

Ontem fiquei pensando que o nome Cibelle deve vir de C'est belle (é bela) do francês. E assim é a menina Cibelle, nem tão bela na aparência, mas bela no conteúdo. O show no Auditório do Ibirapuera mostrou o porquê do sucesso dela em Londres. A menina é muito boa. Além da simpatia e afinada voz, já citada por aqui. Ela faz um som de personalidade, de movimento. O show tem um momento "The Age of Aquarius" ou "Sarau Eletrônico" - como bem definiu o marido-rô. A minha favorita continua sendo "London, London". Se ela passar por perto, vá conferir!
02/11/2007
Experimento musical

Esta não é uma indicação convencional de som que rotineiramente publicamos por aqui. O Mango Gadzi é mais do que uma banda francesa exótica e original: é um grupo de amigos com a proposta de viver e se divertir com a música. Tive o prazer de conhecer Aurélien (à esq, com violão) e sua trupe em Praga, assistindo a dois shows do grupo - um acústico e um plugado - e tomando umas cervejas com a galera, entre piadas sobre a Copa de 98 e alguns toques de bola reais. A música do Mango Gadzi não tem uma definição específica.O Myspace deles sugere o conjunto Acoustic / Rock / Flamenco, mas não há quem não fale que soa a canção de ciganos. As músicas são todas cantadas em uma letra irreconhecível (mas eles asseguram que ela existe uma letra para cada uma delas), que pode ser considerada uma fraqueza da banda, mas, ao mesmo tempo, a torna universal. A flauta e as cordas são a principal virtude do grupo, que soa muito melhor visto ao vivo do que ouvido apenas. O resto do casal já pôde assistir ao DVD e também apreciou o que viu. Estamos mexendo nossos pauzinhos para trazer a trupe dos Alpes para cá, mas, para quem puder colaborar de alguma forma, a ajuda será bem-vinda.
01/11/2007
For Your Information
Sérgio Dias e Tom Zé já estão com nove músicas prontas para o próximo CD de Os Mutantes. Sérgio quer lançar o material inédito com a nova formação da banda, sem Arnaldo Baptista e Zélia Duncan, dia 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo. Em tempo: este mês, a gravadora.Luaka Bop, de David Byrne, põe no mercado o álbum ao vivo dos Mutantes, Live at the Barbican, gravado em Londres, ano passado.
O ano II está só começando!
Para esse ano de VTNZ quero mais shows, mais livros, mais filmes, mais viagens, mais exposições, mais discussões, mais colaborações e mais cerveja, é claro!
Julieta e seus Romeus
O show da Juliette foi bom, bem bom. Foi a Patty Smith do ano passado e a PJ Harvey de alguns anos atrás. Mulheres que sobem no palco e apavoram. Gritam, esperneiam, dançam de forma charmosa e me despertam o sentimento – quem disse que somos o sexo frágil! Mais referências para querido lap top! Vamô que vamô
Nem tudo são rosas
E tive minha carteira furtada em pleno TIM. Momento chato... Mas agradeço a caravana de Americana que achou minha carteira e me ligou para me devolver. Mesmo às 5h da matina, depois de um show que acabou com qualquer coluna, tem gente com bom coração por aí. Incluo aí o Popeye que caiu total na roubada... Te devo essa!
Sinteticidade
Maridos falaram perfeitamente do que foi o TIM. Tive orgulho de ser menina e ver que elas detonam no palco. Ver a Bjork foi a realização de um sonho que eu nem sabia que eu tinha. Sabe aqueles shows que você nem imagina um dia ver? Pois bem, era ela. Já estava satisfeita com os sons dela em casa, mas foi sensacional. Ela é a prova viva de que o futuro já começou. Imagino que a minha sensação tenha sido a mesma das pessoas da década de 50 vendo a chegada do rock and roll, hoje tão digerido e popular para todos nós. A voz dela é sintética. O som dela é sintético. Os aparelhos coloridos mostram que a tecnologia na música é muito mais do que amplificadores. A tecnologia musical é a utilização de softwares que reproduzem, ampliam, alteram os acordes conhecidos por todos. Tava tudo lá, comprovado!
Muita coisa!

Retorno a esse espaço para reforçar o que já foi dito – a festa do Zé foi um arraso! Muito legal ver os amigos e leitores de plantão e de coração prestigiando nosso espaço cultural e o Zé. A alegria dele na tarde do sábado passado foi linda! Chegamos e os copos já estavam geladinhos e ele até comprou copos novos para a comemoração. E para todo mundo ele falava que aquela era a festa do orkut dele – hahahaha. Ok, complicado entender orkut, site, blog... Ô Zé! Parabéns pra você, pro VTNZ. As fotos virão, aguarde! Maridos, amo vocês!
31/10/2007
2008 promete!
tim tim, bate o coração
Em nossas odes à música e aos shows neste espaço, ressaltamos sempre o virtuosismo e as formas múltiplas como uma manifestação artística pode mexer conosco. Um ponto alto dessa diversidade cultural foi vista por nós a olhos nus no Tim. A sobreposição Björk e Juliette causou uma das sensações mais estranhas que já tive. Foi um tapa na cara para quem diz aos quatro cantos que é possível ser fiel apenas a um estilo definido e único de som, aqueles fundamentalistas musicais... As duas encantaram. As duas supreenderam. Como já disse, as duas foram apaixonantes. Mas as duas não têm nada a ver uma com a outra. Seja em etnia, seja em estilo, em roupas, em sensualidade, em ritmo, em qualidade de som (a Juliette come poeira perto da Björk), elas foram especiais por serem tão diferentes.
A primeira foi classe, sentimentalismo. A islandesa deu um show à parte no controle da sua voz, no ritmo, na inovação de sua banda e aqueles instrumentos doidos. Ela que é a menos atriz, mas deu vontade de confortá-la como a Isobel, de Dançando no Escuro.
Já a atriz "profissional" foi só aquilo mesmo - sem que isso a desqualifique. Caras, bocas, grunhidos que não têm absolutamente nada de inovador ou surpreendente em termos musicias, mas que carregam uma sexualidade absurda. Indescritível para quem não viu de perto.
Depois dessa avalanche de feminilidade, ficou difícil prestar muita atenção nos barbados do Arctic Monkeys e Killers. Eles foram bons, mas a noite definitivamente não foi dos homens. E foi ótima!
A primeira foi classe, sentimentalismo. A islandesa deu um show à parte no controle da sua voz, no ritmo, na inovação de sua banda e aqueles instrumentos doidos. Ela que é a menos atriz, mas deu vontade de confortá-la como a Isobel, de Dançando no Escuro.
Já a atriz "profissional" foi só aquilo mesmo - sem que isso a desqualifique. Caras, bocas, grunhidos que não têm absolutamente nada de inovador ou surpreendente em termos musicias, mas que carregam uma sexualidade absurda. Indescritível para quem não viu de perto.
Depois dessa avalanche de feminilidade, ficou difícil prestar muita atenção nos barbados do Arctic Monkeys e Killers. Eles foram bons, mas a noite definitivamente não foi dos homens. E foi ótima!
Pílulas de indecisão - III (final)
"Eu havia recém-explicado que o que eu mais fazia com uma namorada era conversar, e que quando eu conversava com a dita namorada havia algo de insatisfatório em ser a pessoa que acabava dizendo as coisas que eu invariavelmente dizia. Eu nunca tinha o mesmo tipo de ressalva em relação ao que eu dizia para os meus amigos: a amizade parecia ser um fórum ideal para conclusões provisórias e comentários periféricos, e eu partia do princípio que o alto coeficiente de erros da maioria deles era perdoado pelo fato de que eu não havia amarrado a vida de meus amigos à minha como naquelas corridas em que duas pessoas botam uma perna no mesmo saco, de modo que eu não obrigava-o (sic) a conluiar com meus erros ou rejeitá-los, duas opções igualmente dolorosas. Mas em um relacionamento romântico-sexual propriamente dito, eu queria sempre me manter tão fiel e exclusivo à verdade quanto a jovem moça em questão, o que significa que, ao conversar com uma namorada, no fundo minha lealdade não era dedicada às coisas que eu dizia, mas sim ao reservatório de verdade mantido incontaminado por minhas palavras." (págs. 142 e 143)
30/10/2007
Se tem mais?
É claro! A maratona de show não pode parar. Novembro é, além do mês do meu aniversário, um mês intenso para shows. Além dos já confirmados pelos componentes do blog, haverá Stanley Jordan + Jazz Sinfônica no memorial da América Latina dias 28 e 29.11. Ingressos por 30 cruzeiros (meia) e 60 cruzados (inteira), que começam a ser vendidos a partir do dia 01.11.Sem mais.
29/10/2007
Rescaldo de retrospectiva
Há pouco mais de um ano, lá no começo do blog, este que vos fala disse que Daniel Galera, autor de "Mãos de Cavalo", tinha tudo para ser um escritor de nossa geração. Um Marcelo Rubens Paiva dos anos 2000. A Bravo! também acha. Está na edição deste mês: Quem é o escritor da nova geração? A década de 1960 teve Fernando Sabino. A de 1980, Marcelo Rubens Paiva. Quem será o autor dos anos 00? Os candidatos mais fortes são João Paulo Cuenca, que lança neste mês ''O Dia Mastroianni'', e Daniel Galera, autor do romance de formação ''Mãos de Cavalo''. Quem ainda não leu, é reforçada a dica.
Ano II
Conforme citado no post abaixo, o ano II do blog começou com o pé direito. A primeira notícia foi a cervejada de comemoração, pois a combinação "cerveja+zé+amigos" foi sensacional. Já a segunda, é que para dar continuidade ao rítmo de shows, fomos ao Tim festival. O que vi (pois não posso falar em nome de todos), foi um show indescritível da Bjork. Sonoridade mais complexas que riffs agitados com uma harmonia entre eltrônico, metais, voz... Já a segunda banda que queria ver, Julliete and the Licks foi um show do cacete (e que não me venha jornalista emo dizer que eh banda poser). Arctic Monkeys foi uma boa surpresa pra mim. Para fechar a noite, Killers entraram 4h e para aqueles que ainda tinham coluna, aproveitaram.
Viva a segunda temporada...
26/10/2007
RETROSPECTIVA MUSICAL

Em semana de restrospectiva, não poderia deixar de providenciar uma das mais importantes. Qual? A breve lista de alguns shows (acredito que quase todos) que conseguimos ir. Muitos deles com a equipe completa, em outros, parte do casal.
Mutantes
Roger Waters
Gotan Project
Del Rey
Bad Religion
Toquinho
Matanza
Chico Buarque
Lauryn Hill
Nouvelle Vague
Tim 2006 (Beastie Boys, Patty Smith e afins)
Beta Sá
Orquestra Imperial
Beatles (cover)
Ben Harper
Stanley Jordan
Aerosmith
Velvet Revolver
Bajofondo
Mundo Livre S.a.
José Gonzalez
Living Colour
Madeleine Peyroux
(teve mais que esqueci?)
E se vai ter mais? Ingresso já na mão para Tim, Planeta Terra e Chemical Brothers.
Design em revista

Já pode ser lida no Brasil a belíssima revista de design Zupi. Esta edição tem uma dedicação especial às relações visuais entre ocidente e oriente. A revista tem o espírito de criação comum, pois avalia qualquer contribuição de leitores para publicação. Além da participação dos ilustradores brasileiros, há muitas imagens de estrangeiros também. O site deles é bacana, mas a revista é, de longe, melhor. (a imagem acima é de Guilherme Marconi e a abaixo é de Lin Diniz - ambas estão no portal Zupi. Abaixo, o manifesto deles)
Manifesto de ZupiO portal Zupi procura mostrar o que existe de melhor na arte, design e internet, no Brasil e no mundo. É um espaço para mostrar os projetos e experiências dos melhores web designers, designers, artistas, arquitetos, fotógrafos, estúdios e agências de propaganda.
Além disso, a Zupi é uma comunidade que pretende estar sempre crescendo, mostrando tendências visuais, para motivar e inspirar todos os interessados nesta área apaixonante que engloba o design.
Queremos mostrar o design brasileiro para o Brasil e para o mundo. Mostrar o nível, reflexos, sofisticação, individualidade e a paixão de ser profissional em um país culturalmente rico e interessante como é o Brasil.
25/10/2007
Baile do Baleiro
Por Patty EwaldPor uma distração minha nunca falei do meu mais querido músico: Zeca Baleiro. Não me considero exatamente fã por achar esse termo meio pejorativo: parece aquela pessoa que venera o artista em tudo, gosta de todas as músicas e vai além da admiração musical. Eu o admiro como músico, isso sim, e não gosto de todas as músicas.
Esses dias fui no Baile do Baleiro. A idéia é tocar músicas diversas quase sem mudá-las, no máximo duas ou três músicas dele, e a cada apresentação chamar dois convidados. A banda que o acompanha tanto em shows com no Baile, são boa parte do Funk Como Le Gusta.
O público do Zeca é muito tranqüilo. Infelizmente sempre tem aqueles que fazem uma social ao invés de ouvir o som (né, Fe?)... É um programa ótimo, bastante animado, mas se você tem um leve preconceito com música pop ou até mesmo aquelas mais “bregas” – tipo Guilherme Arantes - talvez não goste... Como disse, rola muita coisa – não falta o rei Roberto, claro.
Entra no site - http://www.zecabaleiro.com.br/ -, dá pra ouvir todos os cd’s numa espécie de jukebox, checar a agenda de shows e de quebra ler alguns textos/artigos que o cantor escreve, muito bem por sinal.
RETROSPECTIVA V
NÚMEROS - Estatísticas do Zé
O Zé é um blog sério, com contador e tudo, Olha os números.
(fico me perguntando quem são essas pessoas... tantas, tantas, tantas)
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A média?
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O recorde do Zé foi batido essa semana com 70 unique visitors. Dalê retrospectiva! Dá certo na Globo e no Zé!
O Zé é um blog sério, com contador e tudo, Olha os números.
(fico me perguntando quem são essas pessoas... tantas, tantas, tantas)
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O recorde do Zé foi batido essa semana com 70 unique visitors. Dalê retrospectiva! Dá certo na Globo e no Zé!
Os “Zés” da nossa vida
Temos o nosso “muso inspirador”, o Zé, e o nosso padrinho o Tom Zé. Tem até um marido com nome de Zé, né Rodrigo José?Esse nome tão comum e tão simpático tem sido a razão de nossa alegria em muitos dos nossos dias neste último ano.
A quem não tem um blog, recomendo. Essa ferramenta da modernidade que muitas vezes soa um tanto quanto esquizofrênica é um saudável vício. O Zé começou numa brincadeira, como uma maneira de arquivarmos as nossas tantas idéias, muitas delas nascidas nas mesas do próprio Zé.
Mas a brincadeira foi ficando mais séria e hoje é o nosso compromisso do bem. Sabe aquele emprego que você quer ter? Aquele que você só vai quando quer, não tem chefe e pode falar sobre o que quiser. Definitivamente esse é o sonho de muitos, principalmente de jornalistas que vivem por aí tendo que escrever sobre assuntos que eles nem sempre concordam e muitas vezes detestam. Pena que no Zé não tem salário, se não tenho certeza que teríamos uma lista de pessoas querendo trabalhar com a gente! Quem sabe no aniversário de 2 anos...
Vida longa ao VTNZ e a todos os Zés por aí, mesmo aqueles que chamam João, Francisco, Carolina, Madalena, Ana...
24/10/2007
Em semana de festa...
Antes tarde...
Por dificuldades profissionais, ando afastado. Para aqueles que ainda não sabem, o show do Police, isso mesmo, aquela banda que tem como baixista e vocalista o Sting (banda que o menino danilo adora) estarão com ingressos ao público a partir do dia 26.10. Os preços variam entre 160 a 500 reais (fora a passagem, pois será apresentação única no maracanã). Quem vai abrir o show? Paralamos do Sucesso.Sem mais...ô Zé, prepara o rim e fígado....
RETROSPECTIVA IV
Desde a criação de nosso VTNZ estivemos sempre muito abertos a colaborações. E elas foram aparecendo, algumas mais fiéis, outras mais esporádicas. Mas todas igualmente importantes. Adoramos. É uma maneira de termos novos olhares, além dos seis olhos do casais, que apesar de tão diferentes ficam um pouco viciados.
Em semana de retrospectiva, nada mais justo do que prestar nossa homenagem a Felipe Marques, Bruno Vio, Fabio Simei, Fernanda Iema e Patty Ewald, Fê Pickles, Manuela Rahal. Esqueci alguém?
Publico um dos posts colaborativos que eu mais gosto – de Bruno Vio – aquele que está lá do outro lado do oceano. Saudades, maninho!
Ainda sobre o amor
Por Bruno Vio
Em semana de retrospectiva, nada mais justo do que prestar nossa homenagem a Felipe Marques, Bruno Vio, Fabio Simei, Fernanda Iema e Patty Ewald, Fê Pickles, Manuela Rahal. Esqueci alguém?
Publico um dos posts colaborativos que eu mais gosto – de Bruno Vio – aquele que está lá do outro lado do oceano. Saudades, maninho!
Ainda sobre o amor
Por Bruno Vio
O Amor, assim como o ódio, vulgariza as pessoas. O Amor é construído de lugares comuns e de vídeos no sofá. Ninguém ama como Vinicius. As pessoas amam como Roberto Carlos, porque o amor é assim mesmo, brega. Admiro beleza de Vinicius, mas não abro mão do Roberto. Sei bem quem vai me ajudar na hora certa. "Para viver um amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fidelidade — para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor" Vinicius de Moraes. "Se alguém tocar seu corpo como eu, não diga nada não vá dizer meu nome sem querer à pessoa errada pensando ter amor nesse momento, desesperada, você tenta até o fim e até nesse momento você vai lembrar de mim" Roberto Carlos.
23/10/2007
RETROSPECTIVA III
Quem fez o primeiro comentário no VTNZ foi a nossa amiga carioca, Juju.
Despesas do Zé – a inflação não passa pelo Zé e um ano depois continuamos gastando no máximo R$ 10 e olha que muitas vezes com direito a pão com ovo e aperitivos inéditos e exclusivos, feitos pelo próprio Zé.
Despesas do Zé – a inflação não passa pelo Zé e um ano depois continuamos gastando no máximo R$ 10 e olha que muitas vezes com direito a pão com ovo e aperitivos inéditos e exclusivos, feitos pelo próprio Zé.
Registro de uma época
Este vídeo mostra basicamente o que tem de interessante no DVD Phono 73, um festival de 73 anti-ditatura da gravadora que veio a se chamar Universal. O filme é curtinho e bem malfeito em termos técnicos, mas registra momentos significativos da época, como a censura agindo sobre a interpretação de Cálice, por Chico e Gil (no vídeo acima). São interessantes também as gravações de Elis, Raul Seixas e Jorge Ben.
Filmes de temática musical

A 31a. Mostra Internacional de Cinema tem vários filmes dedicados a cultura pop. Ainda não sei se vou encarar as filas e os escassos ingressos, mesmo porque muitos desses filmes entrarão em cartaz nesse ano. Abaixo a lista. Afinal de contas, vale a dica:
I'm not There - Biografia do Bob Dylan
Kurt Kobain - uma compliação de entrevistas dele
Control - Biografia de Ian Curtis, do Joy Division
Sympathy for the Devil - filme de Godard sobre essa faixa dos Rolling Stones (acho que esse vale a fila!)
RETROSPECTIVA II
O que aconteceu com cada um de nós?
Sim, continuamos tomando cerveja no Zé, continuamos indo ao Rio de Janeiro, continuamos indo no MILO, continuamos correndo atrás de todos os shows, continuamos filosofando sobre a vida e se anestesiando com cultura.

O marido Rodrigo é praticamente um jornalista. O rapaz, que logo nos primeiros posts disse que não ia colaborar, e mandava os textos previamente para os cônjuges revisar, saiu dessa e usa vírgula como ninguém. Além de deixar vivo entre nós a essência – o rock and roll não pode morrer.
O marido Danilo continua sendo fonte inesgotável de referências e muita cultura. Seus textos continuam excelentes e se não continuarmos a pagar bons valores para ele e seu empresário corremos o risco de perdê-lo para uma editora qualquer. Suas referências literárias e artísticas continuam sendo seu ponto forte.
A esposa Fernanda agora é dona de casa e tem responsabilidades estranhas como cuidar da casa, regar plantas, e fazer supermecado. Mas algumas coisas não mudam – continua obcecada por guardar ingressos de atividades culturais que vai e é a maior “compradora” de discos do casal. Ah sim, ainda adora música de meninas e muita MPB, sempre.
Sim, continuamos tomando cerveja no Zé, continuamos indo ao Rio de Janeiro, continuamos indo no MILO, continuamos correndo atrás de todos os shows, continuamos filosofando sobre a vida e se anestesiando com cultura.
O marido Rodrigo é praticamente um jornalista. O rapaz, que logo nos primeiros posts disse que não ia colaborar, e mandava os textos previamente para os cônjuges revisar, saiu dessa e usa vírgula como ninguém. Além de deixar vivo entre nós a essência – o rock and roll não pode morrer.
O marido Danilo continua sendo fonte inesgotável de referências e muita cultura. Seus textos continuam excelentes e se não continuarmos a pagar bons valores para ele e seu empresário corremos o risco de perdê-lo para uma editora qualquer. Suas referências literárias e artísticas continuam sendo seu ponto forte.
A esposa Fernanda agora é dona de casa e tem responsabilidades estranhas como cuidar da casa, regar plantas, e fazer supermecado. Mas algumas coisas não mudam – continua obcecada por guardar ingressos de atividades culturais que vai e é a maior “compradora” de discos do casal. Ah sim, ainda adora música de meninas e muita MPB, sempre.
RETROSPECTIVA I
Isso te lembra final de ano na Globo, né? Pois bem, por mais cafona e entediante que seja, nada melhor do que retrospectivas para encerrar um ciclo e começar outro ainda mais divertido. Assim, semana de retrospectiva no Zé.
Lembra do Post 1? Sim, foi a esposa que inaugurou o VaiTomarnoZé.com.br
Everybody loves Bowie
Todo mundo gosta de Bowie. É impressionante. Todas as grandes bandas em entrevistas em jornais, revistas e afins, citam Bowie como “o cara”. O veneram, o usam como inspiração e referência em suas músicas. Hoje é o Killers falando bem dele pro Estadão.
Eu também gosto de Bowie. Conheci mais músicas dele há pouco tempo e desde então é parada obrigatória no meu MP3, sim, o cara é bom. Sound and Vision a favorita. Mas cá entre nós que ele também viaja, algumas músicas são “inescutáveis”.
Detalhe: Bowie falou por aí que Arcade Fire é a melhor banda dos últimos tempos. Que coincidência, para mim também. Preciso tomar um café com Bowie.
Um ano se passou e o post continua atual. Ainda não tomei o café com Bowie, mas ele faz parte da minha sala, ele e o tal Ziggy Stardust!
Lembra do Post 1? Sim, foi a esposa que inaugurou o VaiTomarnoZé.com.br
Everybody loves Bowie
Todo mundo gosta de Bowie. É impressionante. Todas as grandes bandas em entrevistas em jornais, revistas e afins, citam Bowie como “o cara”. O veneram, o usam como inspiração e referência em suas músicas. Hoje é o Killers falando bem dele pro Estadão.
Eu também gosto de Bowie. Conheci mais músicas dele há pouco tempo e desde então é parada obrigatória no meu MP3, sim, o cara é bom. Sound and Vision a favorita. Mas cá entre nós que ele também viaja, algumas músicas são “inescutáveis”.
Detalhe: Bowie falou por aí que Arcade Fire é a melhor banda dos últimos tempos. Que coincidência, para mim também. Preciso tomar um café com Bowie.
Um ano se passou e o post continua atual. Ainda não tomei o café com Bowie, mas ele faz parte da minha sala, ele e o tal Ziggy Stardust!
A festa é sábado
Essa semana estamos em festa. Nosso querido Zé completa 1 ano. A grande festa será no sábado. No Zé. A cerveja começa à tarde e vai até a cerveja acabar, o zé fechar ou os convidados desistirem de beber. Anota o endereço do Zé - Rua Apinagés com Rua Caiubi. Tem um bar bem chique em uma esquina e o Zé em outra, é lá! Nos vemos no sábado.
18/10/2007
Caso raro
Li hoje que no dia 20 de outubro, o filme Pequena Miss Sunshine comemora 52 semanas ininterruptas de exibição no cine HSBC em São Paulo. Com a pré-estréia realizada no dia 14 de outubro do ano passado, Pequena Miss Sunshine enfrentou a competição do Oscar, as novidades cinematográficas da capital paulistana, o lançamento em DVD em abril de 2007 e conseguiu sagrar-se vencedor ao receber dois Oscar - roteiro original e ator coadjuvante e ao completar aniversario de exibição no cinema.
Coisa boa. Esse filme é ótimo. Um dos melhores visto neste último ano, com certeza.
Coisa boa. Esse filme é ótimo. Um dos melhores visto neste último ano, com certeza.
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