Pesquisa: o que eles acham de sexo no 1º encontro
3 dias atrás
Ok, Wax Poetic pode ser o mais manjado do trio da trip, mas uma novidade deles neste ano pouco divulgada foi o lançamento do álbum Brasil, com participações de Otto, Mamelo Soundsystem, Bebel Gilberto e Forro in the Dark. Aqui dá para ouvir duas músicas inteiras
Viagens sempre exigem uma trilha sonora com uma dose a mais de cuidado, especialmente quando se dirige sozinho em passeios de mais de duas horas. A trilha do Natal compreendeu as novas-velhas descobertas Psapp, Wax Poetic e Dublex Inc (ao lado). Se não conhece algum, prove-os nos links.
Os anos passam e Roberto Carlos fica com menos rugas e mais meloso. É uma pena que ele (ou a Globo) insista no seu set romântico e com menos graça. O Rei certamente não garantiu seu trono cantando apenas aquelas canções que aparecem no especial. É como se colocassem o outro rei, o Pelé, para jogar na zaga na partida mais importante do ano. Bom, pelo menos evitaram algo parecido com aquela tosqueira de 2006, em que cantou com Armandinho...


AMIGO LEITOR DO BLOG, ANTES DE MAIS NADA, BOAS FESTAS!!!!
Danilo Fariello foi um tanto quanto ácido para com a moça Mariana Aydar. Tudo bem que a moça é uma filha de uma das mais conhecidas publicitárias de São Paulo, mas o som da moça é bom. Ela pertence àquela categoria de moças brancas, bem de vida, afinadas, que cantam um bom samba do morro. Mas certamente o melhor do evento da firma foi o livro que ganhamos no final "Brasil Ritmos e Receitas" de Morena - a chef do Capim Santo.
A melhor parte das Rolling Stone brasileiras ultimamente é matéria de acervo da RS gringa, dos primórdios do rock. A seção arquivo já trouxe textos sobre grupos como Pink Floyd e Led Zeppelin, com boas revelações para seus fãs, mas a última edição é surpreendentemente curiosa. É um perfil de Michael Jackson na época do lançamento do Thriller, que está fazendo 25 anos. A reportagem, muito bem escrita, mostra como o ex-vocalista do Jacksons Five já era completamente doido naquela época. Para se ter uma idéia, a repórter relata como ele pressionou-a a se embrenhar com uma cobra do seu zoológico selvagem que já mantinha em casa. Antes de tudo surgir, a matéria já falava de como ele não gostava de se relacionar com as pessoas e seu apreço especial por crianças. Suas frases, suas pirações, seus anseios juvenis só comprovam sua total insanidade. Só para não parecer implicação, vale informar que não o abomino. Pelo contrário, tenho toda sua discografia em mp3 e realmente curto algumas de suas fases, especialmente o Thriller.


Obviamente não foi por acaso que um dos elementos presentes no drama de Babenco era a imagem acima: O beijo, de Gustava Klimt. Klimt foi um dos íncones do simbolismo austríaco e líder do grupo conhecido como Seceção de Viena, depois incluído na escola Art Noveau. Na Áustria, Klimt é tido como um dos maiores artistas locais. Suas imagens também costumam ser odes às mulheres, embora elas sejam sempre retratadas carregadas de elementos alheios à compreensão em primeira vista. São imagens que necessitam raciocínio, conhecimento prévio, tempo e admiração. Mas mesmo depois de tempos de observação sobre essas mulheres, ainda se acha que há algo oculto nelas, sem ser revelado. Mesmo em seus pôsteres mais crus, como Mulher sentada. A dica é um passeio pela Klimt Collection aqui.

Luciano Trigo é um conceituado jornalista, escritor e editor de livros que acaba de lançar o blog Máquina de Escrever, para comentar justamente literatura, cinema e artes plásticas - assuntos freqüentes no Zé. Ele é autor do texto que trouxe mais polêmica para o mundo das artes atualmente. Publicado na Folha, o texto sobre “quanto vale a arte?” foi estopim para um debate extenso sobre a finalidade comercial dos artistas. O alvo principal da celeuma é uma obra que espalhou sete mil maçãs sobre uma mesa de mármore branco e o chão de cimento de uma galeria (na foto), de Laura Vinci - que também entrou na discussão. O assunto é abordado no segundo post.
Projeto de Lúcio Maia (guitarrista do Nação Zumbi), que anda fazendo apresentações em São Paulo. É uma boa idéia e ótimo som - ainda mais ao vivo -, principalmente porque lembra muito do Nação original. Mas é uma música mais tecnológica, cheia de nuances eletrônicas e equipamentos alternativos. O CD também já está à venda. Só ouvindo para entender.


Em termos de organização, o Nokia Trends deste ano só fez engrandecer o antecessor Planeta Terra. O ambiente abafado e as filas no banheiro me fizeram perder muito da curtição. Assim como no Tim, também teve momentos em que faltou cerveja gelada em algum dos bares. Pra finalizar, só tinha a odiosa heineken. O pior foi que o Nokia perdeu para eles mesmos, versão 2006, quandou houve dois palcos (um rock e outro eletrônico), sem aquela mistura esquizofrênica desta vez. No ano passado, havia também muito mais oferta de comida boa. E, sim, estou chato.
Tem filmes que merecem ser vistos em DVD, em uma tarde de sábado ou uma noite durante a semana. O Click é um desses, com Adam Sandler, o filme que tem todos os elementos para ser uma grande bobagem, faz pensar, não assim no fundo da alma. Mas promove uma reflexão, principalmente para aqueles que vivem em cidades grandes e sofrem da constante paranóia de que estão deixando algo para trás. Vê lá e me conta!


A soberba que dá linha ao clássico de Fellini, La Dolce Vita, é a óbvia inspiração principal de O Dia Mastroianni, de João Paulo Cuenca. Assim como no filme, também a luxúria e a vaidade acompanham o dia do protagonista desta vez. O livro é cinematográfico pela descrição das cenas, pela narração e pelas citações, de Kubrick a Gondry. A história, que gira no limiar da realidade e da fantasia, é comentada pelo próprio narrador e um personagem onisciente ao longo dos capítulos (horas do dia). Um exercício de metalinguagem irônico e inteligente. Ao longo do texto, o autor brinca com clichês tradicionais do cinema e da literatura, com tradições atuais, em um lugar também incerto, mas conhecido de todos. Como uma boa história sobre o dia de um jovem, ela obviamente fica muito melhor depois da meia-noite. É no fim do livro que Cuenca deixa fluir suas idéias mais surreais, sua poesia e sua narrativa alegre. Cuenca já foi descrito, ao lado de Galera, como um escritor de (desta) geração. Diferentemente do colega, ele ousa mais, brinca mais e fica menos preso à realidade. Vale a pena.

Tem um povinho metido a cool que só ouve rock underground, que só vai a lugares que ninguém sabe o nome e nem sabe onde é. Que só usa roupas do movimento rock inglês. Ai que povo chato. A alegria da vida está em se jogar, tirar o pé do chão e tcha-tcha-tcha (essas são as palmas). Ontem a esposa-fê foi ao show da Banda Eva – ok, festa da firma – e se divertiu horrores. Cantou, dançou, coreografou e acordou com um bem-estar daqueles. Às vezes essa história de ser cool é chata...

Pessoal, minhas preces foram atendidas! Durante todo mês de dezembro os ingressos das salas Unibanco Arteplex, Cine Bombril, Espaço Unibanco, Ig Cine (ex sala UOL), e Cine Tam (Shopping Morumbi) ficarão em R$ 6 e R$ 3 com carteirinha. A promoção vale de segunda a sexta-feira. Excelente, hein!